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É absolutamente inaceitável que nós ainda não tenhamos saneamento básico para toda a população! Essa é a primeira coisa que me vem à cabeça quando se fala em saúde no Brasil e, claro, no Rio de Janeiro. Essa é uma questão primordial que o Estado deve garantir para os brasileiros. Afinal, sem esgoto coletado e tratado não há vida decente, não há crianças nas escolas, não há progresso!

Sobre a área de saúde em si, acredito que ,da mesma forma que na educação e dentro do mesmo espírito de que as pessoas devem ser livres para administrarem suas próprias vidas, o estado deve conceder um vaucher (crédito) para que cada família escolha o seu próprio plano de saúde. O número crescente de clínicas de saúde particulares com preços acessíveis demonstra ser esse um caminho bastante viável. Cuidados primários, diagnósticos mais rápidos e qualificados evitariam um número absurdo de hospitalizações, o que seria muito vantajoso para nós!

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Sem saneamento básico não há progresso. Vamos investir em saúde!

Fazendo as contas: 

o orçamento do estado do Rio de Janeiro para a área de saúde, em 2017, foi de R$ 5.378.851. Se dividirmos esse valor pelos 5.243.266 de domicílios do Estado (IBGE, 2010), encontraremos o valor de 1.025,85 reais anuais, que divididos, novamente por 12 meses, resultaria em 85,48 reais mensais, pode parecer pouco, e é. No entanto, não podemos esquecer que, ao contrário da educação, onde a divisão é feita apenas sobre o número de alunos matriculados na escola pública, na saúde, a divisão ocorre sobre a totalidade das famílias fluminenses.

É necessário constatar que parte substancial das famílias fluminenses possui plano particular de saúde e não demanda do atendimento do serviço público de saúde do Estado. A isso, acrescenta-se o fato de que todos os 92 municípios do Estado também investem grande parte de seus orçamentos em saúde (11,4 bilhões de reaisFinanças dos Municípios Fluminenses 2015), além da União Federal (107,200 bilhões de reaisO Estado de São Paulo).

Por último, mas não menos importante: é obrigação do estado investir em políticas públicas de prevenção e erradicação de doenças. É um absurdo sem tamanho que ainda não tenhamos combatido o mosquito da Dengue e os seus primos próximos. E, para piorar nossa situação, doenças erradicadas há anos estão voltando e muito pouco está sendo feito. Não dá!

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