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“O melhor programa econômico de governo é não atrapalhar aqueles que produzem, investem, poupam, empregam, trabalham e consomem” (Barão de Mauá).
Do ponto de vista do Barão de Mauá – renomado empresário brasileiro, do século XIX, precursor do liberalismo econômico no país- o governo deve restringir sua atuação às áreas definidas na Constituição e considerar a iniciativa privada parceira determinante no desenvolvimento do país.
Por meses, vimos acompanhando os índices das manifestações do eleitor brasileiro em relação às próximas eleições de outubro de 2018.
O descrédito com o deteriorado sistema político, com seus integrantes envolvidos em absurdos níveis de corrupção;  a frustração com o modelo econômico, de moldes socialistas, que paradoxalmente aprofundou a desigualdade social, destruindo sonhos e planos; têm conduzido o eleitor a um único foco- Mudança.
Na história do Brasil temos diversos exemplos desses momentos de ruptura. Surgiram quando as circunstâncias eram insustentáveis do ponto de vista político, econômico e social. Em geral, a proposta de transformação que se segue às crises cria no imaginário coletivo um outro cenário e gera expectativas quanto  a melhoria do bem estar das pessoas.  Produto de fácil consumo num ambiente de desânimo e indignação.
Estamos vivendo, mais uma vez, um desses momentos. Desejoso de mudanças prementes, o eleitor brasileiro está em busca de novos nomes sem comprometimento com a rede cediça de políticos, maus empresários e agentes públicos para confiar seu voto. Mas não é só isso.
O candidato para ser considerado novo deve ter, principalmente, ideias novas, pioneiras. Ter visão de estadista: do todo e das partes. Enxergar longe, ser ousado em suas proposições e projetos, incentivar a livre iniciativa nos diversos setores da economia, como geradores de emprego e renda, apostar nos talentos dos indivíduos, na valorização do trabalho e na tecnologia de ponta. Mostrar preocupação com a correta gestão dos recursos públicos, coibindo toda sorte de abusos, desperdícios e desvios.
Ousar. As condições atuais do país exigem ousadia.
Há que se perguntar, portanto, ao candidato: o que pensa, o que pretende?

Quer me ajudar a renovar o Rio?

 

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