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 A Área de Segurança é bastante complexa e demanda ações, que, em sua maior parte, estão fora da alçada estadual, como por exemplo, o controle da entrada de armas nas fronteiras nacionais, revisão da política antidrogas e principalmente a alteração na legislação penal: o crime não pode compensar, precisamos de leis penais mais duras.

Defendo o fim das visitas pessoais aos presos, que somente poderiam conversar com as mesmas através de um claviculado, com o uso de aparelho telefônico. Aparelhos celulares deveriam ser terminantemente proibidos e um sistema eletrônico de bloqueio de sinal deveria ser obrigatoriamente implantado em todos os presídios. Defendo o fim do auxílio reclusão, pois considero inadmissível que presos recebam um valor de auxílio maior do que o salário mínimo das pessoas que trabalham decentemente.

Os presidiários somente poderiam conversar com as mesmas através de um claviculado, com o uso de aparelho telefônico.

Os presidiários somente poderiam conversar com os visitantes através de um claviculado, com o uso de aparelho telefônico.

Aliás, sou a favor de que presos trabalhem e sustentem a sua permanência no presídio, algo extremamente custoso para o país. Além do mais, o trabalho dignifica o homem e os livra de passarem tempos enormes na ociosidade. Apesar de achar que a cadeia não é feita para ressocializar ninguém, não precisamos de um sistema que os torne piores do que quando lá entraram e nem que vivam em condições sub-humanas por pior que tenham sido seus delitos.

 

Por isso, penso que com o dinheiro que seria economizado com o custeio dos presidiários, deveriam ser construídos mais presídios a fim de garantir uma permanência digna, uma divisão inteligente dos condenados por grau de periculosidade, idade e necessidades de atendimento. Outra opção é, através do mecanismo de parcerias público-privadas, se pensar na privatização dos presídios, pelo menos alguns.

A isso tudo, soma-se a defesa do aumento do efetivo das polícias e seus respectivos orçamentos e uma melhora substancial na gestão das mesmas. Um maior investimento no serviço de inteligência aliada a uma maior integração dos órgãos de segurança nacional.

Acho que vale a pena ter uma corregedoria eficiente, independente, com funcionários de carreira para punir casos de excesso e corrupção, mas acho imperioso que reformulemos o conceito criado e cultivado pelos últimos governos de que o bandido é uma vítima da sociedade e a polícia a grande vilã. Essa inversão total de valores é extremamente injusta e prejudicial à sociedade.

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